05 julho 2011
JOGA DE LOCAL
04 julho 2011
SABOR CAFÉ
27 junho 2011
22 junho 2011
TORCIDA LIMPA E SINCERA
EL SUEÑO DEL PIBE
20 junho 2011
16 junho 2011
O DESEJO E O REAL
15 junho 2011
COPA SEM CLICHÊ
13 junho 2011
DALE CAMPEÓN!
Un grito del alma: Vélez es campeón del torneo Clausura
De Cancha Llena
Miles de hinchas se convocaron en el José Amalfitani para seguir el partido de Lanús ante Argentinos. Con el triunfo del Bicho ya cuando caía la noche, Vélez se consagró campeón del fútbol argentino. El equipo de Ricardo Gareca festejó una fecha antes del cierre del certamen gracias, también, a su triunfo ante Huracán , este mediodía, a puertas cerradas en Parque Patricios. Fue un festejo distinto, con suspenso, en diferido, pero alocado al fin.
Vélez sumó su octavo título en el fútbol argentino y superó por uno a Racing.
El pueblo velezano, que hoy no pudo ir a Parque de los Patricios a ver a su equipo por la intolerancia de los simpatizantes de su rival en un partido ante Estudiantes fechas atrás, se congregó en el club y en sus cercanías para seguir las acciones de ambos encuentros.
Clausura 2011: el camino de Vélez CampeónUn día largo. La historia comenzó temprano, a las 14, en la cancha de Huracán, y terminó más tarde, a las 20, en el estadio de Lanús. En el medio, durante cuatro horas, miles de hinchas de Vélez le rezaron a todos los santos para que Lanús perdiera y así poder celebrar su octavo título a nivel nacional.
Y tanto rezo dio resultado, ya que Nicolás Blandi, a los 12 minutos del segundo tiempo, convirtió el gol con el que Argentinos ganó por 1 a 0.
Ese tanto hizo delirar a la gente de Vélez, que por la tarde ya merodeaba el estadio y que cerca a las 20 desataba la fiesta en Liniers. El plantel, en tanto, hizo su trabajo en la cancha de Huracán y después se trasladó a la Villa Olímpica de Ituzaingó para buscar sus automóviles e irse a sus hogares.
Clausura 2011: los goles Huracan - Velez (Canal 7)"Me voy a mi casa y no voy a mirar el partido de Lanús. Vélez no necesita de otros equipos para ser campeón", dijo Santiago Silva, el autor del primer gol velezano en el triunfo sobre Huracán.
Escoltado por la policía, el ómnibus los trasladó a la Villa Olímpica. Y luego cada uno, por su cuenta, se fueron a sus hogares.
A festejar. Después, a las 20, cuando el título era un hecho, los dirigentes velezanos anunciaron que la fiesta se traslaba a Liniers, donde los hinchas ya estaban gozando de un nuevo título.
Tal vez sin tanta organización, porque no había nada armado, los festejos se realizaron en el estadio. Allí, hinchas, jugadores, cuerpo técnico y dirigentes disfrutaron una vez más de las mieles del éxito. Algo que a esta altura parece ser una linda costumbre.
Su rico historial. El equipo que dirige Ricardo Gareca es el justo campeón del torneo Clausura 2011. Esta estrella se suma a las logradas en el Nacional 1968, Clausura 1993, 1996, 1998, 2005 y 2009 y Apertura 1995.
08 junho 2011
MUNDO VELHO SEM PORTEIRA**
(Armando Nogueira)
Conta-se que Veruschka, manequim número 1 do mundo, foi embora anteontem, no mais profundo esquecimento, depois de aqui ter chegado com festa e sob proteção de ruidosas motocicletas. E porque a desprezassem, duas semanas depois de sufocá-la em homenagens, Veruschka viajou magoada com todos nós.
A, minha moça, console-se, se é que é consolo e não tristeza, com o ostracismo cruel a que foi atirado, pela ingratidão do tempo e dos homens, um moço de pernas não tão retas, porém mais gloriosas que as suas, Veruschka.
Não me admira o desprezo que votamos a Veruschka, depois de tanto festejá-la, mito, e, certamente, muito mais de cortejá-la, mulher.
Pior foi o que fizemos com o nosso Mané que aqui chegou duas vezes também sob a proteção de batedores, hinos e bandeiras, herói de duas guerras em que conquistou o mundo sem matar ninguém – só brincando de gato e rato: os computadores soviéticos, tão certeiros nos rumos da Lua, tão desorientados pelo drible angelical do guerrilheiro.
Drible que todos beijaríamos, a começar de Mestre Drummond, ainda que beijando o gesto fosse preciso beijar-lhe os pés. Porque, correndo pelos campos, Veruschka, ele era um anjo de pernas tortas mas no caminho certo, no caminho da alegria mais pura que eleva o homem às portas do céu.
Vinha cá na intermediária, recolhia a bola: Velocidade zero. Num segundo, dava-se o arranque, um metro adiante, aquela explosão muscular lançava-o no espaço com a leveza de um passarinho: se quisesse voar, voava, mas não era preciso tanto para chegar ao ninho (não existe uma história de aninhá-la no fundo das redes?). Bastava frear o corpo, arrancar de novo pela direita -, e lá se ia por terra o equilíbrio universal dos laterais.
Saibam os matemáticos que muitas vezes ele parecia no meio do caminho, às quedas, seu próprio centro de gravidade; e continuava, em pé, pela direita, fluente como uma queda d’água.
Lançado no processo do drible, transfigurava-se. Era Chaplin, esculpindo no vento uma sucessão maravilhosa de gestos cômicos; era o toureiro, inventando verônicas que a multidão saudava, cantando olé; era São Francisco de Assis, engrandecido na humildade com que sofria os pontapés do desespero.
Aquele drible pela direita que era a negação do drible, porque sabido de todos, em todos os campos do mundo, fez milionários sem conta. Chegava à linha de fundo, os beques cercando a área, o espaço minguando...um metro, meio metro, “ele não tem mais campo, vai dar o carrinho agora”. Amarga ilusão: para um drible dele, a superfície de um lenço era um latifúndio.
E o centro, meia distância, rasteiro ou aéreo, punha a bola aos pés do artilheiro.
Individualista, sinônimo de egoísta; não na cartilha dele que fazia do drible a alegria do povo e do passe a glória do companheiro.
Tudo isso foi ontem.
Que sabe dele, hoje?
Anda por aí, acorrentado, chutado, talvez de sandálias, a bola de ferro da nossa indiferença.
Estátua, nome de rua, conta bancária: nada lhe demos, nem uma festa para a volta olímpica no estádio que ele eternizou com uma obra efêmera e imortal de seu drible pela direita.
Muito tenho pedido aos doutores por um jogo de despedida. Pouco importa que muita gente lá não apareça para fazer uma bilheteria de ajuda ao ídolo descuidado do futuro. O que se exige, ao menos por vergonha, é a reverência, é o reconhecimento à obra de um herói que, brincando pelo mundo afora, nos fez um pouco mais felizes; que, sem dar um tiro, sem um discurso sequer, fez o Brasil mais nação ainda, unindo um povo para cantar, de mãos dadas, como crianças de um mundo sem lágrimas, a alegria de uma vitória nacional. Que Deus nos perdoe o pecado de desprezar um ídolo porque, pelo menos a mim, já me basta a pena de nunca mais voltar a ver nos estádios um drible de Garrincha.
**Crônica publicada no caderno de esportes do jornal do Brasil, todo dedicado a Garrincha na data da morte do craque.
***Um erro não justifica outro. Não é o fato de um craque não ter recebido o devido reconhecimento dos "nossos" dirigentes que proíbe que outros o recebam. Esse post foi apenas para dizer que muitos, alguns maiores do que Ronaldo, por exemplo, mereceram - e merecem - mais respeito do futebol brasileiro.07 junho 2011
DE PÉ
02 junho 2011
A 2 PASSOS...
01 junho 2011
CAMPEONES
PRIMEIRA LISTA
Defensores:
Javier Zanetti, Pablo Zabaleta, Luciano Monzón, Ezequiel Garay, Marcos Rojo, Nicolás Pareja, Gabriel Milito y Nicolás Burdisso.
Meias
Enzo Pérez, Javier Mascherano, Lucas Biglia, Javier Pastore, Fernando Gago, Ever Banega, Esteban Cambiasso, Angel Di María y Diego Valeri.
Atacantes:
Lionel Messi, Carlos Tevez, Gonzalo Higuaín, Ezequiel Lavezzi, Diego Milito y Sergio Agüero.
31 maio 2011
PULGA ATÔMICA
27 maio 2011
COPA PARA SUDACAS
25 maio 2011
11 DE 2
24 maio 2011
QUE DEFESA!
Depois de uma pergunta maliciosa sobre o ídolo Giggs (pela suposta pulada de cerca do craque com uma ex-BBB britânica), o técnico do Manchester United ficou bravo.
Sir Alex Ferguson procurou saber quem era o jornalista "inconveniente" e deu a ordem.
Barrar o repórter na próxima entrevista coletiva do Diabos Vermelhos.
Simples.
E lamentável.
Confiram:
