7 títulos da Libertadores estarão na atual decisão do maior torneio do continente.
Peñarol (5) e Santos (2) são os atores de uma final que vai entrar para a história.
O melhor disso, até agora, antes de a bola rolar, é a quebra de alguns paradigmas.
Nas últimas decisões envolvendo equipes brasileiras, o papo chato de "já ganhou" marcou forte presença.
Dessa vez, a raça demonstrada pelo Carbonero na competição afastou um pouco tal ideia. Para os nossos vizinhos sulamericanos, "finais não se jogam, se ganham". E parece que os últimos bons - ou amargos - exemplos das recentes temporadas estão servindo para a equipe alvinegra.
Outra expressão célebre que foi deixada de lado é "um grande clube que não vence há muito tempo". Se os uruguaios impõem respeito por um vitorioso passado, os santistas não são diferentes. Dois times que já assombraram o continente e buscam retomar a glória no presente.
Para finalizar que tal outra mudança?
Essa, por minha conta.
Com a dificuldade para chegar à Montevidéu devido às cinzas do vulcão chileno, os paulistas bem que podiam mudar o hino para "...até a pé nos iremos...".
Com todo o respeito ao belo hino do Peixe e com a devida licença aos gremistas...

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